Vou começar a tratar das relações de parentesco- assim as qualifica de forma explícita Lacan- entre a verdade e o gozo.Nisto qu é um deslocamento de ênfanse encontro o meio de resumir seu percurso na psicanálise que vai da verdade ao gozo e é inseparável da promoção, a reabilitação, se me permitem, da sexualidade feminina.

Certamente o aparelho doutrinal da psicanálise prossegue dominado, senão pela consideração da sexualidade masculina, ao menos as categorias que se fundam nela, com  – agreguemo-lo -a cumplicidade e inclusive a instigação do sujeito histérico, que parece ter colocado Freud no caminho que o distanciou de uma perspectiva que Lacan teve que reconquistar. Sem dúvida, urge liberara teoria da sexualidade feminina da confusão que se mantém com a sexualidade histérica.

Lacan se esforça nese sentido e, se elege descobrir o que chama a sexuação feminina a partir do símbolo fálico, que comparte com a outra sexuação, o faz reservando esta zona que indica a escritanão todo x, phi dex  (desenhada com uma barra de negação que se apoia sobre o quantor universal e o modifica). Escreve-o ademais, com um A reto ao invés de escrevê-lo com um A invertido, porque o uso comum em lógica da quantificação não permite inscrever uma barra de negação em cima do quantor.

(l) phi é uma função no sentido estrito pois tem como argumento um x minúsculo que representaos sujeitos capazes de ocupar o lugar da variável da função. A respeito de (I) phi, a função fálica, esta zona foi desenhada como uma cavidade, que indica que, ainda quando se conserve uma relação com o significante do falo esta não pode ser total, que de qualquer maneira que a ele se qualifique – e em estar por ele convidados a susbstancializá-lo ou redzi-lo a elementos- fica algo não contido no espaço regulado pelo significante fálico.

tradução de MBM 

jam