Arquivo por categoria Arte : pintura, cinema, poesia

Variações e mutações pictóricas de MBM. DO MUSEU E DA IMAGINAÇÃO PARA O ESPAÇO DA TELA..

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Retrato de Débora Castro

Eros sem psique ou a imagem de F.

Jogadores

Candidatos ao Oscar 2013-Lincoln, Um filme sobre a história americana é o favorito

Para o Oscar de1melhor filme a academia escolheu como candidato uma obra de Spielberg sobre Lincoln.  Os estados Unidos atravessa um perîodo de profunda divisão. Atravessou a era Bush que  envolveu o paîs em duas mortîferas e custosas guerras internacionais. Elegeu depois um candidato democrata, renovando suas polticas mas encontrabdo enorme oposição do Partido Republicano no Congresso’  Spielberg com Lincoln refere- se a este quadro interno de divisão. E Lincoln é um emblema da democracia americana. Do que possui de heroico e de trágico.

Quentin Tarentino  é um mestre do hipercinema marcado pela hiperviolência. Este filme que trata da herança da escravidäo é objeto de polêmica e até de acusações de racismo.

Django  Unchained  é a história de um escravo liberto que se torna um assassino mercenário. Ele parte para vingar- se do rapto de sua mulher por um fazendeiro que  organiza lutas mortais entre seus escravos e explora sexualmente mulheres.

Quentin tarentino

 

As aventuras de pi

 

Pierre Boulez -criador e autor da mais relevante reflexão contemporânea sobre a música

Boulez que nasceu em Montbrison na França em 1925 se notabiliza por seu papel de promotor institucional da criação com o Ircam, de difusor da música contemporânea com o Domaine musical, como regente, como criador do Marteau sans maitre, Explosante fixe…Três improvisações sobre Mallarmé, .Compôs Le soleil des eaux em 1948, com vozes.

Seu ensino  no College de France atravessa a música contemporânea, de Debussy a Stravinsky, de Schoemberg e Berg, a Webbern e Varese.

A avenida Brasil empírica, a imaginária, a simbólica e

É ou não, uma pista que conecta com São Paulo onde circulam caminhões de carga cada vez maiores e pesados transportando Todos os produtos da indústria humana, desde automóveis, barcos a máquinas e peças imensas para a indústria, além de milhares de ônibus e automóveis de todas as origens e procedências.

Uma pista rápida dotada de  passarelas, desvios, elevados, pontes que vai atravessando Bonsucesso , a Penha, Irajá, Guadalupe, a Vila Militar, Realengo, o Batã, Bangu, Vila Kennedy, até o viaduto Oscar Brito, aliás dos cabritos, passando pelo Mendanha, ao lado de moteis, os inevitáveis lugares de passe, top kapki, Salou, Palazzo, Windsor, Oklahoma, Pop, restaurantes mineiros, fábricas de moveis, propaganda de jogo de búzios, complexo penitenciário na vizinhança, assim como grandes favelas. Mas a Avenida Brasil não é a da novela.  O imaginário  dos móteis quer seja L’ amour ou algum nome italiano, americano, turco ou inglês está para além das fronteiras do Brasil.  O grande lixão está em gramacho, em um município vizinho ao Rio de Janeiro. A avenida Brasil é um lugar de passagem hipermoderno que atravessa a estória da remoção das favelas em Vila Kennedy, por perto possui um CIEP inaugurado por François Mitterrand, outro por  Edward Kennedy próximo ao Motel Bariloche, e em Vila Kennedy mesmo está uma estátua da liberdade cópia da que os franceses deram a Nova York.Em Irajá há outro com o nome de um membro do PCB, todos construídos segundo sem contar a mesa seja com iguarias ou com barraquinha de rua  o projeto de Oscar Niemeyer. Na Avenida Brasil onipotente está o fastfood, seja perto do aeroporto ou mais adiante. Mas em alguns lugares se vende frutas, de caqui a melancias e abacaxis. E há mais de um shopping na avenida Brasil, em Jardim Guadalupe e próximo a Irajá. Fábricas de remédio e máquinas de escrever desapareceram, restam as que produzem telhas. E Há Igrejas na Avenida .Brasil, algumas com vitrais, e instalacões do corpo de bombeiros. Em Realengo estão os lugares onde Gil compôs aquele abraço. E há várias fábricas próximo a Campo Grande, lugares onde algumas favelas novas foram destuídas. Na avenida Brasil há um mavião pequeno perto da Superpesa. Vende-se automoveis novos e usados de mil marcas e tipos e muitas peças, além existirem borracharias , oficinas, lanterneiros…

Ali por perto barcos são fabticados assim como há monstruários de móveis e piscinas e estátuas para adornar jardins.

Perto da superpesa, sob as árvores muitos veículos estacionados.um oouco adiante na região industrial. De Campo Grande  instalações da compra fácil que vende pela unternet.

A avenida Brasil me fez pensar mil vezes na estrada de luz de agosto de Faulkner onde como as contas de um fio partido um personagem Lena Grove se desloca.

Ela me faz lembrar também BoomeranG o livro de Michel Butor em que ele fala de sua viagem a Ouro Preto.Na avenida Brasil estão grandes instalações da Marinha, com muita vegetação e espaços para educação física. Como em Realengo há equitação e polo. E outros esportes militares.

É uma experiência muitas vezes repetida circular nesta avenida  de automóvel, e de ônibus onde hoje há muitissimos celulares e antes havia ipods e suas variantes, e se vai não mais de caranguejolas  lentas mas de ônibus com ar condicionado.por vezes a avenida é inundada , por volta da Penha, onde longe se vê a Igreja a noite muito iluminada,  e tudo para.

As favelas, Na verdade foram incendiadas, da noite para o dia, de repente, seja perto da fábrica da Ambev onde antes existiam rebanhos de vacas e bois a que se combinavam a vista das  garças brancas voando que desapareceram em quatro meses substituidos por máquinas imensas e inumeráveis caminhões. E ainda  bem perto da superpesa onde começou a surgir uma favelinha com estrelas vermelhas de sem terra sumiu da noite para o dia queimada.

E a avenida Brasil da ficção combina futebol e sequestro, lixo e assassinato, envenenamento e poligamia, atrizes porno convertidas a preegação religiosa, casais de dois homens e uma mulher, crianças abandonadas, prostitutas, droga, velhos e novos se relacionando, todas as modalidades da sedução. E a insistência na traição.E a onipresença da comida, seja com receitas requintadas, seja com carrinhos de rua .O hiperindividualismo aparece nos novos casais, na convivência do marido com a mulher e um outro companheiro. E surge a exibição do corpo tatuado, marcado,  musculoso..ou as mulheres em que seios,  bocas, pernas e nadegas se mostram, se exibem, são mais do que vistos, tocados, apalpados…Mas a avenida Brasil não é um bairro , um lugar, de uma cidade na era do mundo conectado.É menos e é mais. Não é o mundo da nova classe média. Talvez esta estejja mais em Itanhangá do que neste mítico Divino.É o que esta avenida- uma metáfora do Brasil, é menos . O  Brasil é múltplo em suas paisagens e este contraponto da Vieira Souto, não diz bem o que é Ipanema, nem o subúrbio.Na era da internet o  que aparece na novela onipresente além da comida é o celular. A paternidade aparece na sua dimensão simbólica, mas subvertida, achincalhada por todos os lado.  Visto do bar e restaurante do Cesar onde já parei com Álvaro, Ana Marta, Maria Olga. Ali começa o engarrafamento diário, infinito ali estão os canos azulados que transpotam agua, uma mancha de ferrugem ao lado da ponte. Grandes containers, parece cor azul, na estrada. Gente com bandeira tremulando de bandeira política vem se nuvens no alto da montanha, neste ponto em que não é o monte Lu de que fala François Cheng. Auto- construções de tijolo, ao lado de bananeiras a beira da estrada, ou mais em baixo. Grandcano azul na ponte. Casa futurista de que me falou Carmem, hoje na Ufes.

Já em Seropédica muitas goiabeiras..

Um pouco além da Avenida Brasil , mais  adiante há na região do Guandu, na antiga Rio Paulo, o rio e a ponte a agua que não cessa nunca de passar no rio imóvel. Mas já longe num infinito engarrafamento que não conhece velocidade,E há incontáveis quebra-molas nesta região pitoresca onde há cavalos e carroças e capinzais, como antes há  no horizonte montanhas com floresta e mesmo jaguatiricas e cachoeiras. E nesta área cada vez mais igrejas, mas de confissões reformadas e não se vê marca do catolicismo. No passado os nomes eram indigenas e  havia mesmo um nome como no urubuquaquá no pinhem, mas isto no outro lado numa estrada perto da Michelin.

Na estória da novela há algo inverossimil: que a prisão regenere alguém como o fator C. Neste ponto a tv já mostrou coisas melhores como no personagem feminino da atriz Glória Pires que figurou uma mulher heroica como D. Lindu.

No realismo capitalista de que fala Cacá Diegues não é esta a função da prisão. É de alimentar e produzir a delinquência.

Tombeau de Edgar Allan Poe-Tel qu’en Lui même enfin l’éternité le change – Mallarmé- Quale en lui stesso alfine la eternitá lo muta

Quale in lui stesso alfine la eternitá lo muta
Il poeta risuscita con una spada nuda
Il secolo spaventato di non aver compreso
Che la morte parlava in quella voce strana!

Essi che in vile sussulto che a dito l ‘ angelo
Dare un senso piu puro alle parole della tribù,
Proclamarono altissimo il sortilegio bevutoela
Nel flutto senza honore di quelche nero miscuglio.

Del suolo e della nube hostile, o folle culpa!
Si nostra idea non fa un bassorilievo
Si la tomba di Poe abagliante si adorne

Calmo bloco caduto di un desastro oscuro
Questo granito almeno mostre sempre il confine
Ai neri della Bestemmia sparsi nel futuro.
Tradução de Massimo Grillandi.

Arte moderna e contemporânea no leilão de Soraya Cals e Evandro Carneiro a partir de 29 de agosto.

Pancetti, Di Cavalcanti, Flávio Shiró Tanaka, Laszlo Meitner, Robert Rauschenberg, Ângelo de Aquino, Cildo Meireles com seu Zero dolar, Flávio de Carvalho, Maria Leontina, Iberê Camargo, Emeric Marcier são alguns dos artistas cujas obras vão ser leiloadas.

Novo leilão de Soraya Cals-28, 29, 30 e 31 de agosto de 2012 com Guignard, Di Cavalcanti, Cícero Dias, Jenner Augusto , Dimitri Ismailovitch e Maria Margarida Soutello

    Neste novo leilão que sucede a venda do mobiliário do Copacabana Palace Soraya Cals leiloa esculturas do século XX- Franz Weissmann, Bruno Giorgi e Amilcar de Castro- porcelanas da Companhia das Indias, livros de viajantes
    do século XVIii e XIX, pinturas do inicio do século XX até o período contemporâneo a que chamamos hiper-moderno.Há também peças de marfim chinesa.
    Há lindas vistas do rio como a da lagoa Rodrigo de Freitas por Gastão Formenti e outras paisagens de Manoel Santiago, José Maria Medeiros e Francisco Coculilo.Deste há uma bela representação do Pão-de-Açucar visto de Niterói.
    Dos aristas brasileiros de origem japonesa há Manabu Mabe e Fukushima.
    De Eduardo Sued há um óleo e colagem sobre tela de 1991 e de Burle Max um peça feita em acrílico sobre tela de 1993.
    Há um total de 490 peças no leilão deste inverno de 2012.

JASPER JOHNS E ROBERT RAUSCHENBERG

Chamados de neo-dadaistas quando triunfava o expressionismo abstrato Jasper Johns e Robert Rauschenberg incluiam representações gritantes por seu carater literal nas suas telas.Como os ready-made de Duchamp davam o estatuto de arte a objetos comuns. Elevavam o objeto a dignidade da coisa segundo a forma da sublimação para Lacan. As Three Flags de 1958 deste artista nascido em 1930 se destacam como o Bed de Rauschenberg.

CTRL + SPACE- RETHORICS OF SURVEILLANCE FROM BENTHAM TO BIG BROTHER- ORGANIZADO POR TOMAS LEVIN, URSULA FROHNE E PETER WEIBEL

Este livro com uma extraordinária seleção de ensaios e ilustrações faz um balanço do quadro da vigilância e propõe soluções estéticas, políticas, filósoficas a este problema de hoje. Editado pelo M. I. T. É UMA SUMA SOBRE O PROBLEMA.Trata-se de arte panótica em um momento da civilização em que o problema da segurança e da liberdade afetam o sujeito contemporâneo. Há ensaios de Geofrey Batchen,Jean Baudrillard, Victor Burgin Duncan Campbell, Beatriz Colomina, Robert Darnton, Gilles Deleuze, Michel Foucault,Paul Virilio, Slavoj Zizek.Há obras de arte de Andy Warhol e Bruce Nauman, Dan Grahan, Rem Koolhaas, Julia Scher, Michael Klier,Thomas Ruffe, Sophie Cale, Diler Scofidio, Pierre Huighe, Peter Weibel e Yoko Ono.
FALEI SOBRE ESTA QUESTÃO EM MINHA ENTREVISTA NO PROGRAMA DO JÔ, QUE FORNECEU IMAGENS TAMBÉM DO MODERNO PANÓTICO, NO DIA 27 DE MARÇO, NA ENTREVISTA SOBRE MEU LIVRO CRÍTICA DA RAZÃO PUNITIVA E O OITAVO DOS DITOS E ESCRITOS CONSAGRADO A SEGURANÇA, PENALIDADE PRISÃO.

Ulysse -a nova tradução coordenada e harmonizada por Jacques Aubert

Editada em 2004 na coleção “du monde entier” da Gallimard este volume veio apresentar uma alternativa a primeira edição do Ulisses de Joyce feita por Auguste Morel, assistido por Stuart Gilbert , Valery Larbaud e o próprio Joyce.Ela foi publicada em 1929 pela Maison dês amis du Livre de Adrienne Monnier.Contava já com “a idade antediluviana máxima de 70 anos” que Joyce estabelecera tendo como paralelo a literatura e a existência.
A nova tradução se dirige as gerações de hoje. Polifônica ela está marcada pela leitura, a escrita e suas articulações intrincadas – elementos da tradição das letras- introduzem a um universo outro feito pela textualidade, múltiplo também na sua forma.Entre os tradutores estão escritores, tradutores literários e os outros Joyceanos universitários. Só um capítulo antigo foi conservado o dos Boefs du Soleil de Auguste Morel, Stuart Gilbert e Valery Larbaud.