A leitura do crime a luz dos tres registros da estrutura é o que fizemos.
A tese se estrutura em torno da proposta de Miller da constituição de uma criminologia lacaniana. Foi o que ele propôs em seu curso “Peças soltas”.
Trata-se de uma releitura de alguns casos de Lacan por um lado, os casos Aimée e o das irmãs Papin.Por outro trata- se de crimes do real como o caso Landru que revistamos discutindo as leituras de Susini e principalmente de Francesca Biagi Chai.
Há uma parte teórica onde investigámos a forclusão do Nome- do-pai. Um longo histórico do conceito em que alguns aspectos como as suplências, o empuxo à mulher, o gozo na psicose são tratados.
Pude avançar na leitura da passagem ao ato, esclarecendo a extração do objeto na psicose. O caso José, paradigmático para J.A.Miller nos ajudou a traçar o quadro assiM como o caso Eppendorfer.
Riviere e sua passagem ao ato foram discutidos por mim e Stella Gimenez na Seção Rio da EBP no dia 31 de março. Parte de minha tese Rivière e seu delírio, sua errância e sua passagem ao ato.