Arquivo para maio de 2012

Strategic Vision-America and the crisis of Global Power por Z. Brzezinski

Na era da ascensão dos Brics (Brasil,Rússia, Índia,China) e mesmo Bricts (incluindo a Turquia) como sugere Thierry de Montbrial este livro apresenta uma perspectiva centrada na potência norte-americana com o fim de encontrar as alternativas para evitar os riscos e perigos de seu declínio. Brzezinski, antigo acessor de segurança nacional do Presidente Carter é conselheiro do Centro de estudos estratégicos e internacionais e professor de política externa norte-americana na escola de estudos internacionais avançados da universidade John Hopkins.
Carter falando deste livro diz que ele revela o talento de seu autor para análise de situações históricas complexas e a força de propor alternativas de longa duração para elas.
Uma pluralidade complexa de alternativas é abordada por Brzezinski entre as quais por exemplo a mudança climática global de que os Estados Unidos depois da China é um dos principais responsáveis, com a China como emitente de 20 por cento de dióxido de carbono e o número um emissor per capita.
O momento atual é significativo do deslocamento do antigo sistema mundial de poder quando o Brasil ultrapassou a Itália e a Inglaterra do ponto de vista do produto bruto e a China tornou-se a segunda economia do mundo a frente da Alemanha e do Japão.
O cenário que Brzezinski traça do mundo pós 2025 quando ele estaria por volta de 100 anos – ele nasceu em 1928- não é o de um mundo sob a hegemonia da China mas em estado de caos.
Ele reconhece que no momento atual as potências emergentes-“China, India, Brasil e Rússia estão desempenhando um papel mais integral no processo de governança global” ( p.110).
Para Brzezinski o mar, o ar, o espaço, centrais para o interesse nacional de qualquer pais são dominados na maior parte pelos Estados Unidos.
Para Ásia, ponto chave do ponto de vista feopolítico da atual configuração do poder mundial Brzezinski advoga uma política semelhante a da Inglaterra frente as potências da Eurpa continental durante o século dezenove e o começo do século XX.Isto é, deveria ter o papel chave de evitar que a Ásia evite um conflito pela dominação regional.
Há que levar em conta que os estados asiáticos gastam bem menos de seu produto nacional bruto com armamentos e despesas militares do que os Estados Unidos eas potências ocidentais.

I luoghi della memoria-Personagi e date dell’Italia unita

Com artigos sobre Mazzini, Garibaldi, os papas, Mussolini , o advento da Republica, os alemães, Mateotti, Pinocchio, 1968 esta série também dirigida por Isnenghi procura reagir a destruição do passado arravés de uma história da Italia escrita em múltiplas vozes.

I luoghi della memoria-simboli e miti della Italia unita

Dirigido por Mario Isnenghi e publicado na coleção Biblioteca Universale da Grupo Laterza, numa série de três volumes é o pendant italiano dos Lieux de memoire de Pierre Nora.

O poder Mundial se desloca de eixo?

Um estrategista americano chegou a pensar na existência de um mercado comum dos Estados Americanos, da América do norte e do Sul e da Europa fundados na economia de mercado e em estruturas polícas democráticas.
Mas o tabuleiro do mundo apresenta hoje uma configuração diversa com o Estado Americano como primeira potência mundial e a China em segundo lugar.

A extensão dos Impérios no mundo

O Império Romano alcançou 6.500.000 Km2 em 117
O Império português pouco antes da Independência do Brasil 10.500.000 km2
O Império Espanhol 14.000.00 de km2 em 1800
O Império colonial francês 15.000.000 km2 em 1920
O Império Russo 23.000.000 de km2
O império Mongol 24.000.000 de Km2
O Império Britânico 34.000.000 de km2

Eurostar deverá levar o TGV a Colonia, Dusserldof, Genebra, Lyon e Marselha até 2016-2017